How does it feel?

Publicado: 20/10/2006 em Uncategorized


Tem dias, como hoje, que não dá pra fugir do óbvio. E o óbvio é que hoje é um dia histórico, marque aí na sua agendinha pessoal. Pela segunda vez, a Rolling Stone desembarca em terras brasileiras. Com cara de americana, é bem verdade, mas desembarca. E o peso de uma revista como essa estar mensalmente nas nossas bancas já é, por si só, revolução.

O estilo da revista fez e faz escola. Os textos e as pautas foram se modificando ao longo de tempo e nem todos ainda têm o romantismo do new journalism dos anos 70, aquela coisa do repórter-participativo, narrador em primeira pessoa e testemunha ocular e muitas vezes chapada da história. Mas o formato da revista (maior que o normal), o tamanho da fonte (miúda, que permite muito mais texto) e o visual matador da Rolling Stone já fazem um belo estrago por si só.

Eu tinha me esquecido de tudo isso até segurar o exemplar número um hoje de manhã. Quando eu pensava na RS Brasil, imaginava uma revista de música, e ponto. Por isso talvez tenha me decepcionado com a baixa de matérias brazucas sobre o assunto. A matéria de capa, com nossa Bündchen, serve mais para enfeitar a revista e transmitir um conceito que a própria modelo encarna: internacionalidade e beleza brasileiras misturadas. É mais para casar um corpinho bonito com conteúdo, acreditem.

Mas as pautas das matérias de política produzidas no Brasil são bem bacanas e as traduzidas são um grande presente: enfiaram as matérias de capa da RS America com Bob Dylan e Jack Nicholson na nossa edição tupiniquim. Entre muitas outras que meu cérebro ainda não processou.

E não ouso passar disso, numa primeira análise. Vai levar mais que 40 minutos (tempo que dura uma revista na minha mão) pra eu devorar essa publicação de centro e trinta e lá-vai-cacetada páginas.

Corrigindo
Chico Batera toca hoje e amanhã no Tom Jazz, ok?

comentários
  1. Giul Martins disse:

    Anaafaz um favor… relate se vale a pena eu gastar minha preciosa falta de dinheiro nesta edição, pq as últimas americanas que eu vi deixavam a desejar…mas marque um ponto já por termos mais um veículo de cultura pop na terra brasilis.e como diria neil young “ela cheira a perfume” sobre a rolling stone…rs.

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